quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Lançamentos de Outubro novo Halo e Assassin;s Creed; veja todos os lançamentos de games

Halo 5 Guardians

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Com o fim do ano chegando,, os lançamentos de grande calibre vão se tornando cada vez mais numerosos. Outubro trará novas edições de duas franquias monstruosas dos consoles: Halo e Assassin’s Creed.
A primera delas receberá Halo 5: Guardians, que continua as aventuras do Master Chief,no dia 27, apenas para Xbox One. Assassin’s Creed Syndicate, por sua vez, chega no dia 23 para Playstation 4 e Xbox One, e leva o combate dos assassinos e dos templários para a Inglaterra do século XIX.

Outra grande franquia com novidade em outubro é a série Uncharted. Mas não se trata de um novo jogo da série. Trata-se de Uncharted: The Nathan Drake Collection, que lança excluisvamente para PS4 no dia 9, e reúne as versões remasterizadas das três primeiras aventuras do caçador de tesouros, lançadas originalmente para os consoles da geração passada.

Mas se você prefere jogos de música, dança ou ritmo, outubro também será um excelente mês para você. Nada menos do que três das maiores franquias da categoria terão lançamentos nas próximas semanas. Eles são Just Dance 2016 (a próxima versão do jogo de dança, que chega no dia 20), Guitar Hero Live (simulador de guitarras e baixos que também chega no dia 20) e Rock Band 4 (que permite simular todos os instrumentos e sai dia 6).

Os fãs da Nintendo tampouco terão do que reclamar. 16 de outubro verá o lançamento norteamericano de Yoshi’s Woolly World, jogo para Wii U de plataformas do dinossaurinho verde em versão de lã, que já havia sido lançado na Europa e no Japão. Outro lançamento da empresa é The Legend of Zelda: Triforce Heroes, uma aventura do Link para o 3DS focada em multiplayer cooperativo, semelhante a jogos anteriores como Four Swords Adventure.
O Wii U também receberá no dia 22 Fatal Frame: Maiden of Black Water, uma sequência dos clássicos de terror do PS2, nos quais só é possível combater os fantasmas e demônios que atacam os protagonistas usando uma câmera sobrenatural - emulada, no caso, pelo controle do Wii U - para tirar fotos deles.

O mundo indie também está repleto de lançamento interessantes neste mês. Mushroom 11, um jogo de plataformas e quebra cabeças no qual os jogadores controlam uma estranha forma de vida que cresce para todos os lados, sai no dia 15 para PCs. E Read Only Memories, uma aventura narrativa de misterio ambientada num cenário futurista e com gráficos retrôs, também chega para PCs no dia 6.

Além deles, também serão lançados Rebel Galaxy, um simulador de combate e exploração espacial (no dia 20) e The Binding of Isaac: Afterbirth. Esse último é a mais nova edição deThe Binding of Isaac, jogo dos mesmos produtores de Super Meat Boy que, em vez de receber sequencias, recebe apenas atualizações que melhoram os gráficos e trazem novas funcionalidades sem alterar as mecânicas fundamentais.

Veja abaixo a lista completa:

6- Rock Band 4 (PS4, XB1), Disgaea 5: Alliance of Vengeance (PS4), Read Only Memories(PC, Mac, Linux)
9 - Uncharted: The Nathan Drake Collection (PS4)
13 - Witcher 3: Heart of Stone (PC, PS4, XB1)
15 - Mushroom 11 (PC)
16 - Yoshi’s Woolly World (Wii U)
20 - Just Dance 2016 (PS3, PS4, Wii U, XB360, XB1), Guiter Hero Live (PS3, PS4, Wii U, XB360, XB1); Rebel Galaxy (PC)
22 - Fatal Frame: Maiden of Black Water (Wii U)
23 - Assassin’s Creed Syndicate (PS4, XB1), The Legend of Zelda: Triforce Heroes (3DS)
27 - Halo 5: Guardians (XB)
30 - The Binding of Isaac: Afterbirth (PC)

umafFaixa para braço permite que pessoas sintam a realidade virtual na pele

braço realidade virtual

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Quando imersos na realidade virtual, podemos ver, ouvir e até sentir a gravidade de forma bastante verossimilhante, Mas quando se tenta tocar em alguma coisa, a única coisa que se sente é o braço passando pelo ar. Para mudar isso a startup japonesa H2L desenvolveu uma faixa para o braço que manda sinais elétricos que fazem com que você sinta os objetos.

Chamada de Unlimited Hand, essa invenção consegue enganar o cérebro, passando a sensação de tocar, esbarrar e segurar coisas que estão na realidade virtual. Ela também é capaz de simular dor, apesar de essa sensação não ter tanta fidelidade.

De acordo com os seus desenvolvedores, é bastante fácil integrar a Unlimited Hand a seu aparelho de realidade virtual basta instalar o plug-in Unity, usado em jogos 3D e de realidade virtual. Com um crowdfunding no kickstarter, ela pode ser encomendada atualmente por US$ 118, mas quando for lançada a previsão é de que o seu preço suba para US$ 350.

A Samsung é uma das fabricantes dos processadores do iPhone 6s

Processador A9 da Apple

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Os novos iPhones 6s e 6s Plus continuam sendo desmontados por usuários ao redor do mundo menos de uma semana após seu lançamento. A mais recente descoberta é de que o processador dos aparelhos, o chip A9, possui duas versões: uma fabricada pela Samsung e outra pela taiwanesa TSMC.
Não é novidade que a Apple monta seus produtos a partir de peças fabricadas por outras empresas, como a LG e a Sony. A diferença nesse caso é que o processador produzido pela Samsung é um pouco menor do que o da TSMC: o primeiro tem 96mm² enquanto o segundo possui 104mm².
Dados levantados por um desenvolvedor de apps para iOS mostram que o chip da Samsung está presente em 41% dos novos iPhones, sendo que a maioria está na versão Plus. Já em 78% dos modelos menores, o processador é o fabricado pela TSMC.
Desde que assumiu a presidência da Apple, Tim Cook faz questão de diversificar ao máximo a linha de fornecimento de recursos dos produtos da empresa. Um processador feito por fabricantes diferentes reduz o risco de atrasos na produção, o que deve justificar a divisão entre Samsung e TSMC neste caso.

Os 7 roteadores mais rápidos no Brasil


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A chegada de roteadores Wi-Fi com o padrão 802.11ac ao Brasil ainda está em um ritmo lento, mas já é possível encontrar bons produtos que utilizem a nova geração da conectividade sem fio para oferecer velocidades de transferências muito altas.
O Olhar Digital pesquisou em lojas nacionais para encontrar o que de mais rápido está disponível. O critério utilizado foi simples: os produtos precisavam suportar velocidades de transferência de no mínimo 1 Gbps (1000 Mbps) e o padrão AC. Também excluímos produtos voltados para o mercado corporativo.
Chegamos a 7 produtos que chamaram mais a atenção:
7º) L1-RW1234AC, da Link One
O roteador é capaz de oferecer velocidades de até 1.200 Mbps por meio de duas bandas distintas. A de 2,4 GHz oferece até 300 Mbps de velocidade, enquanto a de 5 GHz traz até 900 Mbps. Custa próximo de R$ 450.
6º) DIR-850L, da D-Link
Fugindo do visual tradicional de um roteador, ele também chega aos 1.200 Mbps por meio de duas bandas de Wi-Fi. O aparelho está no mercado por um valor próximo dos R$ 400.
5º) Archer C5, da TP-Link
O aparelho da TP-Link também chega aos 1.200 Mbps com duas bandas de Wi-Fi, e pode ser encontrado no Brasil por preços próximos aos R$ 500.
4º) Airport Extreme, da Apple
O roteador da Apple se diferencia dos demais em design e facilidade de configuração, mas não consegue brigar em relação a velocidade pura. Com três bandas de Wi-Fi, uma em 2,4 GHz e duas em 5 GHz, o aparelho é um dos produtos mais caros no mercado, custando cerca de R$ 1,3 mil.
3º) DIR-868L, da D-Link
Um irmão mais forte do 850-L, adotando um visual bastante similar. Suas velocidades de transferência chegam a até 1.750 Mbps por meio de duas bandas de Wi-Fi. Ele é, no entanto, consideravelmente mais caro que seu ‘irmãozinho’, chegando a preços próximos a R$ 800.
2º) Archer C8, da TP-Link
O roteador iguala o desempenho do terceiro colocado, alcançando velocidades de até 1.750 Mbps com duas bandas de Wi-Fi. Ele pode ser encontrado por cerca de R$ 700.
1º) DIR-890L, da D-Link
O roteador-aranha da D-Link é com folga o aparelho mais rápido encontrado no Brasil, chegando a 3.200 Mbps por meio de três bandas de Wi-Fi. Não por coincidência, também é de longe o mais caro, com valor sugerido de R$ 2,3 mil.
Lembrou de algum roteador encontrado no Brasil que poderia estar nesta lista? Deixe o modelo nos comentários!

Vídeo mostra falhas e bugs no novo Tony Hawk's


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Tony Hawk's Pro Skater 5, que foi lançado ontem, 29, para Playstation 4 e Xbox One, já é alvo de diversas críticas nas publicações de jogos mundo afora. Um vídeo feito por um site especializado mostra uma série de falhas e bugs capturados em menos de 60 minutos de jogo. São muitos erros, considerando que o PS4 utilizado estava em ordem.



O interessante é que a estratégia da Activision de distribuir cópias do jogo para publicações que cobrem o mercado de games acabou dando errado. Prática comum quando um jogo é lançado, já que é assim que produtoras de games tentam evitar críticas negativas – e elas vieram mais rápido do que esperavam, já que todos agora podem visualizar os bugs do jogo.

Outra crítica feita em geral pelas publicações é a simplicidade do jogo. Embora tenha sido intenção da Activision ressuscitar a jogabilidade das primeiras versões do jogo, que fizeram tanto sucesso, gamers indicam que o jogo acaba se tornando repetitivo após 60 minutos, aproximadamente.

Game de realidade virtual promete por o jogador no meio de um tiroteio


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A Epic Games lançou a versão demo de um título para dispositivos de realidade virtual que coloca o jogador na pele do personagem.
Chamado Bullet Train, o jogo funciona dentro da Unreal Engine 4, que está disponível gratuitamente aqui. Ele mistura a sensação proporcionada pelo Rift com os controles Oculus Touch para fazer com que a pessoa se sinta parte do ambiente.
O jogador só precisa atirar nos alvos, em solo e no ar, e se transportar de um lugar a outro para esquivar. Confira:

Entenda a computação quântica o que é e veja os processadores

Qubit

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A D-Wave Systems, uma das principais empresas de computação quântica do mundo,anunciou hoje um acordo com um laboratório da NASA e do Google. Segundo o acordo, a empresa continuará alimentando o centro de pesquisas com a mais recente tecnologia do ramo pelos próximos sete anos.

"Computação quântica" é um termo que remete à vanguarda da tecnologia, e não é à toa: o assunto ainda é relativamente novo e pouco entendido, mas promete avanços tecnológicos incríveis. Abaixo, confira mais sobre essa tecnologia.

Dois estados ao mesmo tempo


Uma das características mais notáveis do modelo quântico da física é o conceito de superposição: em algumas situações, alguns objetos ou partículas podem assumir dois estados diferentes ao mesmo tempo. O cientista austríaco Erwin Schrödinger, um dos pioneiros da física quântica, ilustrou essa característica com o experimento mental do "gato de Schrödinger".

Imagine que há um gato em uma caixa. Dentro da caixa, há também um frasco de veneno, que matará o gato caso ele seja quebrado. Sobre o frasco há um martelo ligado a um detector de radiação: se o detector perceber qualquer tipo de radiação no ambiente, o frasco é quebrado e o gato morre. Não é possível enxergar dentro da caixa.

Segundo Schrödinger, como não podemos ver dentro da caixa, não temos como saber se o gato está morto ou vivo. Nessa situação, não devemos pensar que o gato está morto ou vivo, mas sim que ele está, ao mesmo tempo, vivo e morto, ou "vivomorto", para entender o que é a superposição.

O vídeo abaixo, produzido pelo Google, fala mais sobre a superposição, além de discutir também outros aspectos centrais da física quântica:



Qubits

O exemplo de Schrödinger, no entanto, é meramente ilustrativo de um princípio que pode ser utilizado em outros contextos para gerar novas possibilidades de tecnologia. Entendendo-se o conceito de "superposição", é possível entender o que é um qubit.

O qubit é a versão quântica dos bits tradicionais. Enquanto um bit pode assumir apenas os valores 1 ou 0, o qubit pode ser 1, 0 ou os dois ao mesmo tempo. Embora isso possa parecer apenas um pequeno avanço (três valores possíveis em vez de dois), é algo muito mais importante do que isso. Pois quando vários qubits assumem dois valores ao mesmo tempo, eles podem realizar uma série de cálculos ao mesmo tempo também.

Reprodução

Imagine, por exemplo, que você esteja planejando um mochilão, e queira saber a melhor maneira de viajar: como pagar mais barato em todas as passagens, como pegar o melhor tempo em cada lugar, como estar presente no maior número possível de festas, como evitar o máximo de dias chuvosos, etc. São, óbviamente, inúmeras as possibilidades e as variáveis que precisam ser ponderadas, e um computador tradicional precisaria calcular cada uma delas individualmente.

Um computador quântico, por sua vez, poderia calculá-las todas ao mesmo tempo. Isso permitiria não apenas responder de forma muito mais rápida perguntas complexas como essa, mas permitiria também que perguntas que levariam muito tempo para ser calculada mesmo pelos supercomputadores atuais se tornassem facilmente resolvíveis.

O vídeo abaixo mostra como um processador quântico associa diversos qubits para poder realizar cálculos complexos:



Novos problemas

A tecnologia dos computadores quânticos, porém, está ainda bastante longe de chegar às nossas casas. Primeiramente porque alguns pesquisadores ainda duvidam de sua viabilidade, de maneira geral, por conta da dificuldade em se verificar por erros nos cálculos dos processadores quânticos.

Aferição de erros é uma tarefa que todos os computadores realizam. Às vezes, por conta de interferência elétrica ou magnética, o valor de um bit acaba sendo alterado, e se o computador não percebe isso, pode ter problemas que vão desde a perda de informações até uma tela azul.

O problema é que os métodos de aferição de erros usados em computadores tradicionais não funcionam em computadores quânticos. Isso porque o próprio ato de obervar um qubit pode acabar mudando o seu valor. A IBM, por exemplo, vem investindo em maneiras deverificar por erros em processadores quâticos, mas o processo ainda é lento.

As condições extremas nas quais os processadores quânticos operam também são um obstáculo: como eles são muito sensíveis, eles precisam ficar em ambientes extremamente isolados de interferências elétricas ou magnéticas.

Além disso, eles dependem do efeito de supercondutividade, que só ocorre em temperaturas baixíssimas. Por isso, eles só funcionam em temperaturas próximas do zero absoluto (-273ºC) - algo bastante difícil de se atingir.

O vídeo abaixo mostra o D-Wave 2, um computador quântico. Ele tem o tamanho de uma pequena sala, e possui 16 camadas de isolamento magnético, contra radiação e de isolamento térmico. Veja:

Um plicativo permite que você possa ganhar dinheiro vendendo fotos de celular


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Já pensou em ganhar dinheiro com fotos de celular? O aplicativo Foap permite que o usuário venda suas imagens por até US$ 10. O valor é divido entre empresa e fotógrafo, cada um ficando com US$ 5. Na atual cotação do dólar, são quase R$ 20 por foto.
O aplicativo está disponível para iOS e Android, mas apenas em inglês. Com o Foap instalado, basta fazer o upload de suas fotos, anexar algumas palavras-chave, dar nome e descrição à fotografia e responder a algumas perguntas sobre licenciamento. Depois disso, basta esperar que a comunidade avalie seu trabalho e que ele seja disponibilizado para venda.
As compras podem ser feitas tanto através de um cartão de crédito com bandeira internacional quanto por meio de uma conta no serviço PayPal. Os fotógrafos recebem seu pagamento através do mesmo sistema. É possível também adquirir pacotes de créditos de US$ 180 até US$ 750.
O Foap é voltado para fotógrafos amadores ou profissionais e empresas de mídia, que também possuem opções de compra personalizadas. Não há limite para quantas vezes uma mesma foto pode ser vendida. Algumas imagens fazem mais sucesso do que outras, como as de pontos turísticos e situações curiosas. Perfis autenticados e autores com um extenso portfólio também têm mais chances de venderem seu trabalho.

O Criador das baterias de lítio esta desenvolve substituta à base de sódio

John Goodenough

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Pesquisadores da Universidade do Texas, ao lado do criador das baterias de íon-lítio, John Goodenough, estão trabalhando no desenvolvimento de baterias que funcionem com íons de sódio que sejam seguras e econômicas.

Se eles conseguirem usar o sódio no lugar de lítio, produzir baterias será muito mais econômico, pois é bem mais fácil encontrar o sódio na natureza, enquanto o lítio é raro e muito mais tóxico. Na verdade, já existem baterias de íons de sódio, mas elas não são comercializadas porque têm problemas na segurança, performance e peso, que ainda precisam ser ajustados.

As baterias, atualmente, são formadas por um anodo, um catodo e um eletrólito. As reações químicas que acontecem nos eletrólitos fazem com que os elétrons vão do anodo pro catodo. Goodenough afirma ter encontrado um material que pode ser usado para ser o catodo - e esse novo material é atóxico e barato.

"No núcleo dessa descoberta há uma estrutura básica do material que esperamos que vá encorajar pesquisadores a descobrir materiais melhores para o desenvolvimento das baterias de íon-sódio", afirmou Preetam Singh, um dos pesquisadores. "Acreditamos que nosso material oferece uma estrutura básica boa para o desenvolvimento de novos materiais que podem eventualmente transformar baterias do tipo em uma realidade comercial".
Ainda não há previsão de quando os consumidores terão acesso à novidade.

10 pontos de vantagem do Android sobre o iOS


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A guerra entre Android e iOS segue forte, com milhões de consumidores dos dois lados. Além de itens como design, durabilidade e acabamento dos celulares, o sistema operacional também é importante na hora de escolher um smartphone. A decisão depende muito do perfil do usuário e do uso que pretende fazer do dispositivo, mas algumas ferramentas e possibilidades do Android podem deixá-lo à frente na competição.

Confira abaixo 10 recursos que ajudam o sistema do Google a ganhar pontos relação ao da Apple:

1. Armazenamento interno
A Apple justifica a impossibilidade de adicionar memória ao smartphone dizendo que a tendência é de armazenamento dos arquivos na nuvem, mas muitos donos de iPhone ainda sentem falta de outra opção, como a possibilidade de expandir o armazenamento interno do celular. Na maior parte dos Androids é possível inserir um cartão MicroSD e resolver rapidamente o problema.

2. Bateria
O que fazer quando a bateria deixa de render? Quem tem um Android pode substituí-la por uma nova, diferente do que acontece no iPhone. Mas essa vantagem pode estar com seus dias contados: recentemente, fabricantes como a Samsung e a HTC já começam a lançar smartphones que impedem a remoção da bateria.

3. Compartilhamento entre PC e smartphone
No Android, transferir arquivos do computador para o smartphone, ou o contrário, é uma tarefa simples: basta conectar o dispositivo ao PC via USB e arrastar e soltar os arquivos. Quem tem um iPhone deve utilizar aplicativos da própria Apple para alterar os arquivos salvos. O mesmo acontece com as músicas.

4. Cabos
A Apple exige que o smartphone utilize um cabo certificado, notificando o usuário quando o produto não é original e até impedindo o seu carregamento. Na prática, isso obriga o consumidor muitas vezes a pagar caro pelo acessório, conhecido por sua fragilidade. Em dispositivos Android o problema não existe.

5. Loja de aplicativos
A loja de aplicativos do Google permite que o usuário faça o download de apps diretamente do site, o que significa que, ao procurar por um título específico no buscador, não é necessário abrir o Google Play para fazer o download. Com o iPhone, é necessário abrir o iTunes ou a AppStore para baixar o arquivo.

6. Mapas
O iOS não permite tornar o Google Maps padrão na hora de escolher um caminho, mesmo o app de mapas nativo deixando a desejar. A Apple está se esforçando para tornar seu serviço de mapas melhor, inserindo, por exemplo, informações sobre o transporte público. Por enquanto, o recurso está disponível apenas nos Estados Unidos. No Android, você pode usar qualquer aplicativos de mapas preferir, se você por um acaso não gostar do Google Maps.

7. Customização
A personalização é um ponto forte do Android. O usuário pode alterar a interface, definir widgets e até modificar a aparência da tela inicial.

8. Notificações
Celulares Android mostram sempre as notificações no topo da tela, evitando um possível esquecimento do usuário.

9. Bandeja de aplicativos
No iOS todos os aplicativos são exibidos na tela inicial e podem, no máximo, ser agrupados em "caixas", o que pode ser um problema para quem gosta de personalizar o aparelho e organização. O Android permite que a tela inicial esteja tão limpa (ou bagunçada) quanto o usuário preferir.

10. Despertador
Quem gosta de saber quanto tempo ainda resta para dormir pode sentir falta do recurso no iOS. No despertador do Android, dá pra saber quanto tempo de sono o usuário tem e ainda ajustar o tempo de soneca do despertador.

Via BusinessInsider